Essa é uma das primeiras perguntas de quem tem uma ideia de aplicativo, e a resposta honesta é: depende do que o app precisa fazer. Dois apps com a mesma "cara" podem ter custos muito diferentes por causa do que acontece por trás das telas. Neste guia, explicamos o que realmente pesa no orçamento e como investir com segurança.
O que define o preço de um aplicativo
- Quantidade de telas e fluxos: cada tela precisa ser desenhada, desenvolvida e testada.
- Funcionalidades: login, pagamentos, chat, mapas, agenda e notificações aumentam a complexidade.
- Back-end e painel administrativo: servidor, banco de dados e um painel para gerenciar usuários, pedidos e conteúdos.
- Integrações: conexão com ERPs, CRMs, meios de pagamento e outros sistemas.
- Design personalizado: um app com identidade própria e boa experiência de uso exige trabalho de UX/UI.
- Plataformas e tecnologia: iOS, Android ou ambos, e se o app será nativo ou multiplataforma.
Faixas de complexidade
Para ter uma referência, vale pensar o app em três níveis. Os prazos abaixo são aproximados e variam conforme o escopo:
| Nível | Exemplos | O que costuma ter | Prazo típico |
|---|---|---|---|
| MVP simples | Agendamento, catálogo, app interno | Poucas telas, login, painel simples | De semanas a poucos meses |
| Intermediário | Delivery, clube de assinatura, marketplace pequeno | Pagamentos, notificações, painel completo e integrações | Alguns meses |
| Complexo | Fintech, rede social, plataforma com IA | Alta escala, segurança reforçada e muitas integrações | Vários meses, com evolução contínua |
Custos além do desenvolvimento
- Conta de desenvolvedor da Apple: US$ 99 por ano para publicar na App Store.
- Conta de desenvolvedor do Google: taxa única de US$ 25 para publicar no Google Play.
- Hospedagem e serviços de nuvem: variam conforme o número de usuários e o volume de dados.
- Manutenção: atualizações para novas versões do iOS e do Android, correções e melhorias. Uma referência comum de mercado é reservar de 15% a 20% do valor do desenvolvimento por ano.
- Taxas das lojas: vendas digitais dentro do app, como assinaturas, costumam ter comissão de 15% a 30%, conforme o programa de cada loja.
Como gastar menos sem perder qualidade
- Comece por um MVP: lance só o essencial, aprenda com os usuários e invista no que realmente funciona.
- Use tecnologia multiplataforma: React Native ou Flutter permitem ter iOS e Android a partir de um só código.
- Valide com um protótipo: testar telas clicáveis com usuários evita desenvolver o que ninguém vai usar.
- Priorize pelo impacto: deixe para depois as funcionalidades "legais de ter".
- Exija proposta fechada: escopo, prazo e investimento claros evitam surpresas no meio do caminho.
Quanto custa o seu app?
Cada projeto é único. Na Nexlorn, depois de uma conversa inicial, enviamos uma proposta fechada com escopo, prazo e investimento. Veja como funciona o nosso desenvolvimento de apps ou fale com a gente.